Privacidade e LGPD para bancos, cooperativas, seguradoras e fintechs

A Privacy Tools apoia instituições financeiras a cumprir a LGPD e as exigências do Banco Central com governança de consentimentos, Open Finance, gestão de riscos e evidências para auditorias.

Ilustração do módulo Gestão de Consentimentos da Privacy Tools
Ilustração: LGPD como prioridade para o setor público

Por que a LGPD é estratégica no setor financeiro?

Instituições financeiras tratam dados pessoais em escala e sob regulação dupla: a LGPD e as normas do Banco Central, do CMN e da Susep sobre segurança cibernética, terceirização e compartilhamento de dados. O Open Finance acrescentou o consentimento do cliente como peça central do compartilhamento entre instituições.

A Privacy Tools reúne o mapeamento das atividades de tratamento, a gestão de consentimentos integrada aos fluxos do Open Finance, o atendimento aos titulares, a gestão de riscos e de terceiros e as auditorias em um ambiente com trilha completa, pronto para a área de controles internos.

Vantagens para a sua instituição

Ilustração: vantagens da Privacy Tools para instituições públicas

O que a LGPD e o regulador exigem das instituições financeiras

Bancos, cooperativas, seguradoras, fintechs e administradoras tratam dados pessoais em escala e sob regulação dupla. A LGPD exige base legal para cada tratamento (arts. 7º e 11), permite o tratamento para proteção do crédito (art. 7º, X) e para prevenção à fraude em sistemas eletrônicos (art. 11, II, “g”), garante ao cliente a revisão de decisões automatizadas de crédito e perfil (art. 20) e exige programa de governança (art. 50). O Banco Central e o CMN, por sua vez, impõem política de segurança cibernética e regras para contratação de serviços relevantes em nuvem (Resolução CMN 4.893/2021), e o Open Finance (Resolução Conjunta nº 1/2020) depende de consentimento específico, revogável e com prazo. A Susep aplica regras equivalentes às seguradoras, e a Lei do Sigilo Bancário (LC 105/2001) continua valendo.

Obrigações que mais pesam na operação

  • Consentimentos do Open Finance com finalidade, prazo e revogação registrados e integrados aos sistemas.
  • Decisões automatizadas de crédito, limite e antifraude com transparência e revisão.
  • Direitos dos clientes com autenticação forte, dado o risco de fraude no próprio canal de atendimento.
  • Terceiros: correspondentes, cobrança, processadoras, nuvem e birôs são operadores e exigem avaliação e contrato.
  • Incidentes: comunicação à ANPD e, conforme o caso, ao Banco Central ou à Susep.
  • Auditorias e evidências para o regulador, a auditoria interna e o conselho.

Riscos típicos do setor

Consentimentos de Open Finance sem trilha; perfis e scores sem explicação ao cliente; dados de clientes em planilhas e e-mails de agências; correspondentes e cobradoras com acesso além do necessário; nuvem contratada sem a avaliação exigida pelo regulador; e canais de atendimento usados por fraudadores para obter dados de terceiros.

Como a Privacy Tools apoia bancos, cooperativas e seguradoras

Resultados em instituições financeiras

O Banco RCI Brasil, braço financeiro da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, faz a gestão de consentimentos do Open Banking com a Privacy Tools. O Banese gerencia os dados de 800 mil titulares em 63 agências com cookies, políticas, Data Mapping e Data Discovery. O Sicoob Central Crediminas importou 16 mil processos e integrou 1.500 usuários por API para 73 cooperativas, e a Sancor Seguros conduziu seu programa de compliance com a plataforma.

Tire suas dúvidas

1. O consentimento do Open Finance pode ser gerido na Privacy Tools?

Sim. A Gestão de Consentimentos registra finalidade, prazo, canal e revogação de cada consentimento e se integra por API aos sistemas da instituição, como faz o Banco RCI Brasil.

Inventariando os modelos na Governança de IA, documentando critérios e controles, e garantindo um fluxo de revisão humana quando o cliente a solicita, pelo módulo DSAR.

Com a autenticação do solicitante no módulo DSAR: confirmação por e-mail e validação antes de qualquer liberação, com registro de quem acessou o quê.

A plataforma é SaaS e o Data Discovery pode ser instalado on-premise. A avaliação de fornecedores de nuvem exigida pelo regulador é feita na Gestão de Riscos de Terceiros, com questionários, score e plano de ação.

O programa pode ser centralizado na cooperativa central e distribuído às singulares, com atividades, responsáveis e indicadores por entidade, como no Sicoob Central Crediminas.

Sua instituição está pronta para estruturar a governança de privacidade?

Solicite uma demonstração com nosso time e veja a plataforma no cenário da sua instituição financeira.

Tela da plataforma Privacy Tools: painel com atividades de tratamento, ativos, consentimentos, incidentes e riscos