O mapeamento dos dados pessoais da organização: onde estão, de onde vêm, para onde vão e por quê.
Data mapping é o processo de identificar e documentar os dados pessoais que a organização trata, com a origem, a finalidade, a base legal, os sistemas, os responsáveis, os compartilhamentos, os prazos de retenção e as medidas de segurança de cada atividade de tratamento.
É o primeiro passo de qualquer programa de privacidade e a matéria-prima do ROPA, do RIPD e da política de privacidade. Sem o mapeamento, a organização não sabe o que precisa proteger nem o que responder a um titular.
A LGPD não usa o termo, mas o exige na prática: o art. 37 obriga a manter o registro das operações de tratamento, o art. 38 o relatório de impacto, o art. 9º a informar o titular sobre o tratamento e o art. 18 a atender aos pedidos de acesso. Nenhuma dessas obrigações é cumprida sem saber onde os dados estão. O art. 30 do GDPR tem a mesma exigência.
O módulo Data Mapping importa planilhas existentes, cadastra as atividades por ponto de coleta, gera o ROPA e os relatórios para auditorias; o Data Discovery escaneia bases, arquivos e sistemas para encontrar os dados que o mapeamento manual não alcança.
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